| “Férias com a Boiadeira em alto-mar” navegou entre os dias 5 a 8 de janeiro passando por Santos, Búzios e Angra dos Reis |
| Chegou ao fim nesta quinta-feira (8), a segunda edição do Navio da Boiadeira, experiência musical que movimentou o alto-mar entre os dias 5 e 8 de janeiro e reuniu fãs da Ana Castela de todo o Brasil em uma programação intensa e animada. Durante quatro dias, o cruzeiro foi palco de grandes encontros da música nacional.
A bordo, o público curtiu apresentações de Hugo & Guilherme, Zé Felipe, Léo Foguete, Maiara & Maraisa, Luan Pereira e Turma do Pagode, que transformaram o palco principal do navio em uma verdadeira arena de shows, com muita energia, diversidade musical e momentos inesquecíveis. Já na piscina, a cantora Duda Bertelli e o projeto Muierada, que vem bombando nas redes sociais ultimamente formado por Julia & Rafaela, Julya & Maryana e Kamila e Vic comandaram as tardes a bordo do MSC Preziosa. A programação para a criançada também não ficou de fora, já que Turma da Boiadeirinha agitou a galera no teatro do cruzeiro e ainda anunciou seu primeiro show, que acontece no dia 14 de fevereiro, no Espaço Unimed, em São Paulo/SP.
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O projeto carrega a assinatura de um artista que se consolidou como um dos grandes nomes do pagode contemporâneo, conhecido por unir romantismo, potência vocal e carisma em shows que viram coro do início ao fim. Dilsinho soma sucessos como “Refém”, “Péssimo Negócio” e “Trovão”, músicas que ajudaram a marcar sua trajetória e seguem como hinos nas playlists e nas rodas pelo país.


Os Ensaios da Anitta se consolidaram como uma celebração pré-carnavalesca que aquece as cidades para a folia. Belo Horizonte, conhecida por sua efervescência cultural e paixão pelo Carnaval, promete repetir o sucesso das edições anteriores, com uma energia contagiante que já se manifesta na demanda recorde por ingressos.








Responsável pela execução pirotécnica, Pedro Durães explica que o show deste ano foi pensado para valorizar o desenho dos disparos no céu por meio de angulação — não se trata de “escrever letras” no céu, e sim de criar a impressão visual de formatos conforme a direção em que os fogos sobem. “Estou dando prioridade para efeitos em V, W e Z. O ‘V’ é quando os disparos saem para os dois lados e dão essa impressão de V. O W é um disparo para um lado, um no meio e outro para o outro lado, formando o desenho do W. E o Z é o efeito em zigue-zague, indo para um lado e voltando”, detalha.
